São árvores de folha caduca que caem durante a estação seca. Alguns têm a fama de terem vários milhares de anos, mas como seu tronco não produz anéis de crescimento, isso é impossível de ser verificado. Poucos botânicos dão crédito a essas reivindicações de idade extrema.
No Brasil existem poucas árvores de Baobá, que foram trazidas pelos sacerdotes africanos e foram plantadas em locais específicos para o culto das religiões africanas. Há exemplares em Natal e Nísia Floresta, no Rio Grande do Norete. No Estado do Rio de Janeiro existem existem dois baobás: um fica no Passeio Público, na cidade do Rio de Janeiro e o outro está plantado no pátio do Museu Histório de Quissamã, no Norte do Estado, na antiga Fazenda Quissamã.
Em Pernambuco, há o baobá da Praça da República, possível fonte de inspiração de Saint Exupéry, quando por ali passou, ao escrever "O Pequeno Príncipe", além do baobá do Sítio do Pai Adão com mais de cem anos com um tronco de mais de 10 metros de circunferência. Existem outros: na Faculdade de Direito do Recife, mais um na Cidade Universitária e um na Vila de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca, possivelmente com mais de 350 anos e 15 metros de circunferência.
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